Após ser acusado de racismo, Rodrigo Bocardi se pronuncia em rede social

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Foto: Globo / Reprodução

Nesta sexta-feira, 07/02, Rodrigo Bocardi foi acusado de racismo por telespectadores, após fazer piada interna com um entrevistado negro na estação do trem, durante o Bom Dia São Paulo. A repercussão do momento, foi negativa e Bocardi se tornou o assunto mais comentado do Twitter.

Após o assunto ganhar voz na internet, o apresentador do telejornal local, se pronunciou em perfil oficial do Twitter e Instagram.

Confira:

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Recuperei um trecho do #BDSP de uma outra sexta-feira, de um ano atrás, do dia 22/02/2019. E aproveito para fazer o esclarecimento abaixo: Muito triste a acusação de preconceito. Eu pratico tênis no Clube Pinheiros. Os jogadores de tênis não usam uniformes, mas os pegadores/rebatedores, sim: uma camiseta igual a do Leonel, com quem tive o prazer de conversar hoje. Ao vê-lo com a camiseta que vejo sempre, todos os dias, pegadores/rebatedores de todas as cores de pele, pensei que fosse um deles. Não frequento outras áreas do clube onde outros esportes são praticados. E não sabia que a camiseta era parecida. Se soubesse, teria perguntado em qual área ou esporte trabalhava ou treinava. Nunca escondi minha origem humilde. Comecei a vida como garoto pobre, contínuo, andando mais de duas horas de ônibus todos os dias para ir e voltar do trabalho e escola. Alguém como eu não pode ter preconceito. Eu não tenho, nunca tive, nunca terei. E condeno atitude assim todos os dias. Mas se ofendi pessoas que não conhecem esses meus argumentos e a minha história, peço desculpas. Não o chamei de pegador pela cor da pele ou pela presença num trem. Chamei-o por ver que vestia o uniforme que eu sempre vejo os pegadores usarem. Peço desculpas a todos e em especial ao Leonel. Obrigado.

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Além disso, Rodrigo continuou demonstrando sua indignação e desbafou no Twitter:

1/5 – Muito triste a acusação de preconceito. Eu pratico tênis no Clube Pinheiros. Os jogadores de tênis não usam uniformes, mas os pegadores/rebatedores, sim: uma camiseta igual a do Leonel, com quem tive o prazer de conversar hoje. Ao vê-lo com a camiseta que vejo sempre,(….).

2/5 – (…) todos os dias, pegadores/rebatedores de todas as cores de pele, pensei que fosse um deles. Não frequento outras áreas do clube onde outros esportes são praticados. E não sabia que a camiseta era parecida. Se soubesse, teria perguntado em qual área ou esporte (…).

3/5 – (…) trabalhava ou treinava. Nunca escondi minha origem humilde. Comecei a vida como garoto pobre, contínuo, andando mais de duas horas de ônibus todos os dias para ir e voltar do trabalho e escola. Alguém como eu não pode ter preconceito. Eu não tenho, nunca tive, (…)

4/5 – (…) nunca terei. E condeno atitude assim todos os dias. Mas se ofendi pessoas que não conhecem esses meus argumentos e a minha história, peço desculpas. Não o chamei de pegador pela cor da pele ou pela presença num trem. Chamei-o por ver que vestia (…)

5/5 – (…) o uniforme que eu sempre vejo os pegadores usarem. Peço desculpas a todos e em especial ao Lionel.

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